O balneário está localizado em uma área de beleza indescritível, possuindo diversas quedas d´água e um lago com profundidade variável. É um local propício para piqueniques e para um passeio em família, possuindo boa estrutura para adultos e crianças.
Localizada no prédio da Academia, foi inaugurada em 1874 e possui cerca de 12 mil volumes sobre literatura, História geral, biologia, obras gerais, religião, ciências puras, filosofia, ciências sociais, revistas, enciclopédias e dicionários.
Situada no Jardim de Cima, foi inaugurada em 1949. Seu acervo compõe-se de pinturas, desenhos, talhas, esculturas, livros, brasões, retratos acadêmicos, louças etc.
Academia Valenciana de Letras
No Rio São Fernando, em Santa Izabel do Rio Preto. Um grande salto, de 40m, é seguido por degraus que formam excelentes duchas naturais, com águas claras, transparentes e frias só tornando-se barrentas em épocas de chuvas.
No Rio Bonito. Identifica-se como uma corredeira seguida de um poço com aproximadamente 40m2.
Balneário Municipal João Raposo de Melo, possui dois pequenos saltos e um poço de Área com cerca de 70m2, com uma praia estreita de areias escuras. A cachoeira está localizada no Rio dos Índios.
Formada por dois pequenos saltos e uma piscina com aproximadamente 100 m2, represada por uma pequena barragem de pedras superpostas.
Está situada a 500m, bem como a Sede da Fazenda da Viúva.
Situada sob a ponte da estrada de acesso àquele distrito. As águas do Rio Bonito São aí represadas e formam uma cortina em toda a largura do rio, numa queda de aproximadamente 10m e, rio abaixo, passam por outro trecho de salto, desaguando numa piscina natural de 40 m2. Em seguida, formam outras piscinas e pequenas quedas durante o seu curso.
Em Santa Isabel do Rio Preto, fica na sede da Fazenda Nogueira, apresentando-se em saltos, corredeiras, piscina natural e uma praia com
extensão de 500 metros.
Tem altura aproximada de 30 m com piscina de 130 m2 cercada de pedras e ducha natural.
Em Barão de Juparanã, está localizada em rio com pequenas corredeiras. São quatro pequenas quedas que formam uma piscina com pequena praia.
Em Pentagna, onde dois trechos se destacam: um em corredeira com pequenos desníveis, e outro, com um salto em torno de 2,5 m de altura. Local propício para banhos, tanto nas duchas como na ampla piscina natural que se forma logo após a queda d’água. São encontrados peixes como o lambari, o bagre, a traíra, o cará e outros.
Em Pentagna. Esta cachoeira do Rio Bonito tem 10 m de altura e destacam-se outros pequenos saltos. No local há praia, ducha e piscinas naturais.
Dois pequenos saltos, seguidos de um bem mais alto com imenso volume d’água, que forma ampla piscina natural, com duas praias.
Construída por Luiz Jannuzzi em estilo neogótico, faz parte do conjunto da Associação Balbina Fonseca. Em seu interior abriga o mausoléu de José e Balbina Fonseca, fundadores daquela associação. Localizada na Rua Dom André Arcoverde, 123, no centro.
Residência episcopal, cuja construção data do século XIX.
Chácara com cerca de 17.000 m2 com belo jardim e casa de decoração requintada e mobiliário francês e italiano que pertenceu a Lea Pentagna, grande incentivadora da cultura na cidade. Toda em pedra, foi reformada no início do século XX e hoje é a Casa de Cultura. Localizada na Rua Vito Pentagna, n° 213, Centro.
Construção iniciada em 1820 e só definitivamente concluída no início do século XX. Está assentada no local onde foi feita a primeira capela da então Aldeia de Valença, e foi rezada a primeira missa, em 1803. Foi completamente reformada e seu museu de arte sacra reaberto à visitação. Possui uma cripta no subsolo que contém uma réplica de urna funerária indígena com restos de esqueleto encontrado no local onde houve a escavação para sua construção. Está situada no alto de uma ladeira, formando um conjunto harmonioso com os prédios da Escola Estadual Coronel Benjamin Guimarães e do Solar dos Nogueira. Localiza-se nas proximidades da Praça da bandeira e do Jardim de Baixo, onde estão situados o Chafariz Histórico, os Prédios da Prefeitura Municipal, da 1ª Câmara de Valença e do Colégio Sagrado Coração de Jesus. Seu período de construção vai de 1820 a 1917, em substituição à capela dos índios do princípio do século XIX.
Imponente construção em estilo neoclássico, foi construída em 1858 para servir de residência do Visconde do Rio Preto, um dos mais prósperos fazendeiros de café em Valença.
Em estilo Art-Noveau e todo em ferro fundido, foi feito em 1916.
Antiga estação ferroviária de Conservatória, foi construída em 1882.
Antiga estação ferroviária. da Central do Brasil, é um prédio construído em 1914 e adaptado para estação rodoviária em 1974.
Situa-se às margens do Rio das Flores, próxima às fazendas Chacrinhas e Cantagalo. Sua construção data do século XIX.
A Fazenda da Bocaina foi aberta para visitação pública em 2006. A propriedade possui cerca de 180 anos, faz parte do Circuito do Ciclo do Café, compondo as Fazendas Históricas do Vale do Paraíba. A fazenda participa do pool das fazendas históricas do Instituto Preservale. Foi durante os últimos 25 anos residência de veraneio da mesma família, tendo sido restaurada gradativamente neste período pelos proprietários, que abrem suas portas para visitação turística.
Estrada Barra do Piraí – Valença, km 17 – São Francisco. 1,5 km do asfalto até lá.
Atenção: é preciso agendar com a proprietária pelo tel. (24) 2453.3266 e 2453.8100 ou 8116.8258 / 9965.1048 ou veja o site: www.fazendabocainarj.com
Construída no século XIX, a casa-sede é térrea e sobre porão baixo, com planta em forma de U, com pátio interno, destacando-se o grande alpendre formando uma varanda saliente.
Acolhia os mineiros e tropeiros que transportavam ouro e café para o exterior. Apresenta arquitetura colonial, centenária.
Forma um conjunto de edificações que pode ser avistado da estrada. Construída no século XIX e restaurada no século XX, a Fazenda Santa Bárbara foi grande produtora de café. Sua sede ficava a poucos metros do leito da rede Mineira de Viação que, a partir de 1880, escoava o café da região.
Em Barão de Juparanã, situada na margem esquerda do Rio Paraíba do Sul, próxima ao antigo Asilo Agrícola Santa Isabel. Sua construção data da segunda década do século XIX, e foi uma das fazendas mais célebres da História do café na província fluminense, de propriedade do Marquês de Baependy. Nela se hospedaram D. Pedro II e altas personalidades da Corte. Foi também onde faleceu o Duque de Caxias, cuja memória se acha perpetuada no imóvel.
Forma um complexo arquitetônico composto de casa-sede e engenho da primeira metade do século XIX; prédio-escola de 1916 e outras construções mais recentes..
Cercada por árvores centenárias às margens da RJ 145, é uma construção de planta em U com pátio interno, próxima a um conjunto de edificações, onde outrora funcionava a senzala.
Situada às margens dos Rio Preto e Rio São Fernando, foi construída em 1815. Nela há uma usina hidroelétrica de 1926 que até hoje abastece as fazendas próximas. A importância da fazenda era tão grande que a estrada de ferro construiu uma estação própria. O conjunto de edificações conta com casa-sede, engenho e outras construções que, admite-se tenham sido, outrora, a senzala, as tulhas e os armazéns.
Em Santa Isabel do Rio Preto, construída no século XIX, sua sede possui planta em U e pátio interno. Possui cerca de trinta e dois cômodos e uma pequena capela. A Fazenda São Francisco fica nas proximidades da Fazenda Santa Clara, esta localizada às margens do Rio Preto, no município de mesmo nome em Minas Gerais. Santa Clara talvez seja a maior e mais representativa sede de fazenda no país. Propriedade do Barão de Santa Clara na fase cafeeira, suas edificações formam um dos maiores conjuntos rurais, com 365 janelas. Conserva uma prisão de escravos autêntica e sua capela interior figura entre as mais expressivas no gênero.
Situada às margens da Estrada Conservatória-Valença, por uma alameda de palmeiras chega-se até a casa-sede, construção térrea do século XIX, sobre porão alto com base de pedra.
Situada em Área rural entre morros, a fazenda é composta da casa-sede, engenho, antigo armazém e prédio anexo, teve sua construção em 1833. O conjunto arquitetônico mantém-se autêntico. Todas as edificações estão dispostas tradicionalmente em torno do terreiro de café, com realce especial para a casa-sede.
Situa-se num vale, sendo cortada pelo rio São Fernando e sua construção data do século XIX. A casa-sede e o engenho São edificações de estilo semelhante e à sua frente estão os terreiros de café. A Fazenda São Paulo possui 800 alqueires e forma um grande complexo com a Fazenda São Fernando. No interior da fazenda, encontra-se a Cachoeira São Fernando.
Construção do início do século XIX de somente um pavimento sobre porão alto, com planta em forma de T.
Localiza-se ao sul de Conservatória e sua construção data do século XIX. A fazenda compõe-se de conjunto arquitetônico, constituído de casa-sede, engenho e terreiro de café.
Em Barão de Juparanã, situada às margens da RJ-143 em Área de Vegetação abundante e cercada por árvores centenárias, sua casa-sede tem a forma de U e sua construção data de 1860.
Construção em estilo gótico lombardo de 1923, com o interior pintado com uma mistura de barro e urucum em motivos geométricos, obra de Antonio Jannuzzi. Localizado na Rua Cel. Benjamin Guimarães, 181, no Centro.
Em Barão de Juparanã, situada às margens da estrada de ferro e do Rio Paraíba do Sul, sua inauguração deu-se em 1881, com a presença de D. Pedro II, Dona Tereza Cristina e altas personalidades da corte. Sua construção é de estilo neogótico, de delicadas linhas arquitetônicas.
Em Pentagna, situada no alto da colina, de onde pode se avistar todo o distrito, a estrada RJ-147, a cachoeira e morros adjacentes. Foi construída no ano de 1859, ano de formação da antiga Vila de São Sebastião do Rio Bonito, hoje Pentagna.
Situada na Praça Getúlio Vargas, expanSão de uma capela inaugurada em 1868, a Igreja tem 23m de frente e 37,6m de fundos. De grande solidez, toda em cantaria, suas largas paredes têm 1,6m de espessura. Museu da Seresta. Tradição que vem desde o século XIX, os seresteiros saem cantando serenatas pelas ruas, parando nas janelas das residências. Em 1938, passaram a fazer parte desse grupo os irmãos José Borges de Freitas Neto e Joubert Freitas. Alugaram uma casa de veraneio que passou a ser o ponto de encontro dos músicos para a seresta, que é o canto realizado em recinto fechado. Nessa casa, hoje Museu da Seresta, fundado na década de 60, suas paredes internas estão repletas de frases de músicas, retratos e notícias sobre a seresta. Como manifestações artísticas incorporadas ao conceito do Museu da Seresta, muitas casas foram batizadas com placas contendo o nome da música e do autor. A colocação dessa placa se dá durante a noite, numa cerimônia que começa com a saída dos seresteiros do Museu, cantando a música escolhida pelas ruas. Enquanto a placa é colocada, canta-se novamente a música, os seresteiros entram casa adentro e São recepcionados pelo dono com coquetel e festa.
Concluída em 1853, foi demolida e reconstruída em 1924. No seu acervo, a manifestação artística que mais se destaca é a imagem de Nossa Senhora do Rosário, em madeira, do século XIX. Fica no Jardim de Cima, onde estão o Palacete do Visconde do Rio Preto, hoje Colégio Estadual Theodorico Fonseca, a casa do Bispo e a Academia Valenciana de Letras.
O Museu Capitão Pitaluga está localizado no Esquadrão Tenente Amaro, possui grande quantidade de artefatos, fotos, documentos e outros materiais de participação da Força Expedicionária bRasileira na II Guerra Mundial, bem como acervo doado pela família do General Pitaluga.
Do centro da cidade há o acesso ao Cruzeiro, mirante de onde se pode observar a cidade. No local há uma praça e uma cruz que mede 11,20m de altura por 5m de largura. Foi inaugurado em 1953, em comemoração aos 150 anos da primeira missa celebrada em Valença.
Instalado no andar superior da ala direita da Igreja Matriz, foi criado nos anos 50 e contém cerca de 80 peças, dentre pratarias, ourivesaria, imagens, óbitos, pia batismal, mobiliário, cálices, jóias, turíbulos, sinetas, coroas, fotografias, candelabros, andores, nichos, paramentos, esplendores, campainhas, estandartes, talha de água dos índios coroados etc.
Prédio em estilo neoclássico construído em 1857 que abriga coleção de instrumentos cirúrgicos e diversos materiais ligados a medicina do século XIX e início do XX, além de rica pinacoteca de seus provedores, entre eles vários barões do ciclo do café no Vale do Paraíba.
Acervo de uma época que marca a presença e a participação efetiva do Brasil na Campanha da Itália.
Possui discografia do artista, roupas e acervos de outros artistas, e sala de pesquisa da música popular brasileira.
Mais conhecido como Pico da Torre de TV, possui altitude em torno de 1.100m. Dele avista-se toda a cidade de Valença e seus arredores, com o relevo característico de toda a região, com serras de altitudes diversas formando um imenso “mar de morros”.
Em Santa Isabel do Rio Preto, é uma piscina natural, com Área aproximada de 200m2, apresentando uma pequena praia de areias escuras. Acima da piscina, o Rio Bonito apresenta-se em forma de corredeira, numa extensão aproximada de 10 m de declive suave.
Situa-se na Estrada Conservatória/Santa Isabel do Rio Preto, às margens do rio Prata, junto a uma pequena cachoeira. Foi inaugurada no ano de 1884, com a visita de D.Pedro II, e serviu de ponte para a antiga Cia. Estrada de Ferro Santa Isabel do Rio Preto e para a Rede Mineira de Viação. Possui 100m de extensão e foi erguida em pedra, cal e óleo de baleia. Compõe-se de dois arcos construídos à maneira egípcia, com pedras justapostas, funcionando a tração e compressão. Sua base é constituída de grandes pedras sobrepostas e o corpo da ponte com pedras menores e roliças.
Parque ajardinado em 1884, projeto do paisagista e botânico suíço Auguste Glaziou, que veio para o Brasil em 1858, a convite de D. Pedro II. Passear por suas alamedas é um convite à comunhão com, a natureza. Possui um chafariz em cantaria inaugurado em 1850, que durante muitos anos abasteceu a cidade, bicho preguiça em suas árvores e diversos monumentos.
Praça ajardinada em 1884, projeto atribuído ao botânico e paisagista August Glaziou. Em seu entorno encontramos prédios remanescentes do século XIX e início do XX.
Construída entre 1912 e 1914, tem em seu entorno todo um conjunto de prédios do início do século XX, como o conjunto das oficinas da ferrovia, o prédio da estação ferroviária, hoje rodoviária, e o Hotel Valenciano, todos construídos por Antônio Jannuzzi. Em seu centro encontra-se o busto do Dr. Paulo de Frontin, patrono da engenharia brasileira.
Praça construída em frente à Catedral. Em seu entorno estão vários prédios históricos do século XIX e XX, assim como a tradicional Rua dos Mineiros.
Construído em meados do século XIX. O edifício é amplo, de um só pavimento, construído em bases sólidas, todo em pedra. No Museu, que ocupa o antigo Salão Nobre estão expostos retratos dos barões do café, como os do Visconde do Rio Preto, do Visconde de Jaguari, do Barão de Vista Alegre e do Comendador Antônio Jannuzzi, além de objetos que contam um pouco da História médico-hospitalar em Valença e região.
Construído em estilo neoclássico, em 1854, já abrigou a Biblioteca Municipal, o Tribunal do Júri e a Prefeitura. Na sala de sessões há um retrato de D. Pedro II, pintado por Barandier, assim como o retrato do primeiro Presidente da Câmara, Comendador Silveira Vargas. Fica situado no Jardim de Baixo, ou Praça XV de Novembro, repleta de árvores, monumentos, inclusive um chafariz histórico, e pequenas alamedas.
Construído no final do século XIX, foi restaurado e ganhou um segundo pavimento no início do século XX, obra realizada por Antonio Jannuzzi.
Localizado na Praça Paulo de Frontin, próximo à Estação Rodoviária Princesa da Serra, sua construção data de 1919, em estilo campestre suíço, em dois pavimentos.
Nasce na Serra das Neves, nas proximidades da divisa do distrito de Conservatória com o município de Barra do Piraí. Correndo na direção sul-leste, percorre as terras de Conservatória numa extenSão superior a 20 km. Banha as regiões de antigas fazendas, penetrando em Pentagna para desembocar adiante no Rio das Flores. Rio caudaloso, com águas claras, transparentes e frias de alta piscosidade, ao longo de seu percurso há quedas d’água, corredeiras, praias e piscinas naturais. Nas suas encostas avistam-se antigos casarões de fazendas, além de Áreas de plantio e de rebanho leiteiro.
Nasce no município de Barra do Piraí e percorre toda a extensão do distrito da sede municipal, apresentando largura e profundidade variável. Ao longo de seu curso encontram-se praias, ilhotas, bancos de areia, corredeiras e quedas d’água.
Após atravessar vários municípios, corre na divisa de Valença com o município de Vassouras. Nesse trecho, próximo à sede distrital de Barão de Juparanã, o rio apresenta-se com largura em torno de 100m. Na estação de seca surgem praias, bancos de areia, ilhotas e formações rochosas afloram em seu leito. A paisagem circundante caracteriza-se pela beleza do recorte dos morros, de cumes arredondados, e pelos velhos casarões das antigas fazendas de café, localizadas junto às encostas.
Com extenSão total em torno de 200km, faz divisa de Valença com os municípios mineiros de Rio Preto e Santa Rita de Jacutinga. Junto às suas margens encontram-se Áreas de pastagem, plantações de café e de milho e trechos com mata fechada e capoeiras. À medida em que ribeirões, riachos e córregos deságuam no Rio Preto ele se torna mais caudaloso. Ao longo de seu percurso encontram-se praias, corredeiras, piscinas naturais e quedas d’água.
Limite dos distritos de Conservatória e Santa Isabel do Rio Preto, seu relevo tem aspecto típico, onde os cumes apresentam-se de forma arredondada e em diversos níveis. O trecho mais elevado da RJ 137 chama-se Mirante da Serra, com uma viSão do Vale do Rio Preto, avistando-se desde o Pico do Cavalo Ruço, a 1.296m, até a torre da Igreja de Santa Rita de Jacutinga (MG).
Remanescente da Mata Atlântica na margem esquerda do Rio Paraíba do Sul, nela São encontradas espécies animais como o inhambu, o mico-estrela, o juruti, o jacu e diversas espécies de pássaros. Encontra-se, também, o Açude da Concórdia, com 4.170m de contorno em linhas irregulares e profundidade variável, com águas transparentes, frias e de coloração esverdeada. O atrativo se caracteriza como Área de Bacia Protegida. No local está sendo implantado o Parque Municipal da Concórdia.
Escavado na mesma época da Ponte dos Arcos para a estrada de ferro, tem 95m de extenSão, 5m de largura e 3,5m de altura, todo de pedra, sem qualquer revestimento, iluminado com lampiões antigos e com calçamento em pé-de-moleque.
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